domingo, 11 de agosto de 2013

MODELO DE RESUMO DO AEE PARA SER COLOCADO NO PPP DAS ESCOLAS DO ES


COMO TODOS sabemos é preciso colocar o AEE no PPP das escolas, como retrata a Nota TÉCNICA – SEESP/GAB/Nº 11/2010 que orienta às escolas a contemplarem o Atendimento Educacional Especializado nas propostas pedagógicas das escolas. Veja um freve resumo, mas falta detalhar se há alunos que também frequentam as Apaes, os nomes dos profissionais da Rede de Apoio, os professores das salas de recursos, etc.. Podem colocar em anexos (tabelas). Este é apenas um resumo básico.

 PROPOSTAS DE ATENDIMENTO DOS ALUNOS PÚBLICO-ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

              A Educação Especial é uma modalidade de ensino da Educação Básica, de caráter transversal perpassando todos os níveis, etapas e modalidades atendendo adolescentes e adultos com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento e superdotação/altas habilidades tendo o AEE - Atendimento Educacional Especializado como parte integrante do processo educacional.

            A Educação Especial desenvolvida pela EEEFM   (NOME DA ESCOLA) orienta sua ação nos fins da Educação Nacional, previstos no Art. 2º e artigo 3º, Inciso I da Lei Federal – LDB – 9394/96 e no Documento das Diretrizes Básicas da Educação Especial do Estado do Espírito Santo.

Para atender às especificidades dos alunos públicos - alvo da educação especial, no processo educacional e, no âmbito de uma atuação mais ampla, a escola orienta-se sua organização curricular no desenvolvimento de todos os alunos e no desenvolvimento de práticas colaborativas na escola regular.

 A escola atende ao Parecer     CNE/CEB Nº 17/01, que define que o projeto     pedagógico de uma escola inclusiva deverá atender ao princípio da flexibilidade para que o acesso ao currículo seja adequado às condições do aluno, favorecendo seu processo escolar.

                De acordo com a Resolução CEE Nº 1286, de 29/05/2006, a Educação Especial será oferecida preferencialmente na Rede Regular de Ensino, em todas as etapas e níveis de ensino, tendo como objetivos:
I _Contribuir para o desenvolvimento global das potencialidades dos alunos;
II _ Incentivar a autonomia, cooperação, espírito crítico e criativo da pessoa portadora de necessidades educativas especiais;
III - Contribuir para a preparação dos alunos para participarem ativamente no mundo social, cultural, dos desportos, das artes e do trabalho;
IV - Proporcionar condições para a freqüência desses educandos á escola em todo o fluxo de escolarização respeitando os ritmos próprios dos alunos;
V - Desenvolver programas voltados à preparação para o trabalho;
VI - Promover o envolvimento familiar e da comunidade no processo de desenvolvimento global do educando. (p: 20).
             Além destes, a escola EEEFM Governador Lindemberg (Colocar o nome da escola a ser realizada o PPP), possui os objetivos específicos, dentre os quais:
_ Promover um ensino de qualidade através da melhoria dos índices dos resultados da avaliação dos alunos com deficiências inclusos;
_ Organizar e estruturar a sala de recurso com equipamentos tecnológicos conectados à rede de internet;
_ Promover reuniões de estudos e conselhos de classe com os professores das salas de recursos;
_ Sensibilizar toda a escola, desde a equipe administrativa, corpo docente/discente para aceitação das diferenças e da diversidade;
_ Promover uma maior integração entre professores regulares com alunos inclusos x professores das salas de recursos fortalecendo o trabalho colaborativo;
_ Promover e divulgar as atividades pedagógicas, eventos culturais e artísticos feitos pelos alunos e professores da sala de recurso:
_ Acompanhar e assessorar a flexibilização curricular realizada pelos professores das salas de aula sob orientação do professor especializado;
_ Envolver os alunos com deficiências inclusos nos projetos desenvolvidos pela escola;
_ Envolver a família no atendimento às necessidades dos alunos e promover orientação ás mães;
_ Visitar a sala de recurso para acompanhamento e monitoramento.          
              A Educação Especial na EEEFM Governador Lindemberg como modalidade de ensino, direciona suas ações para o atendimento educacional especializado, que é o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.

O atendimento educacional especializado na escola não é confundido com atividades de mera repetição de conteúdos programáticos desenvolvidos na sala de aula, mas constituem um conjunto de procedimentos específicos mediadores do processo de apropriação e produção de conhecimentos.
A SRM é um espaço físico onde se realiza o atendimento Educacional Especializado - AEE. É dotada de mobiliários, materiais didáticos e pedagógicos, recursos de acessibilidade e equipamentos específicos para o atendimento aos alunos, em turno contrário ao que freqüentam a escola comum.
Os alunos público-alvo da educação especial matriculados na escola são atendidos no contraturno na sala de recurso multifuncional, onde há dois professores especializados, sendo um professor para atendimento dos alunos com deficiência intelectual, múltipla e com transtornos globais do desenvolvimento e outro professor exclusivamente para atendimento das necessidades dos alunos com deficiência auditiva.

Neste ano há aproximadamente 14(quatorze) matrículas de alunos público-alvo da Educação Especial nas salas regulares de ensino. Destes, são 01 (um) aluno com deficiência visual: baixa visão; 01 (um) aluno com surdez; 12 (doze) com deficiência intelectual e múltipla. (ESPECIFICAR os alunos matriculados da sua escola)

Os alunos matriculados na sala de recursos são avaliados de acordo com os avanços e crescimento dos alunos registrados por meio do instrumento de fichas descritivas. Quanto à avaliação dos alunos na sala de aula regular, estes são avaliados de acordo com a flexibilização curricular elaborada individualmente para cada aluno, respeitando o tempo e o ritmo de aprendizagem. Além dos instrumentos de provas, avaliações orais os professores também registram os avanços dos alunos nas fichas descritivas.

Quanto à rede de apoio a escola não possui intérpretes e instrutor de LIBRAS, cuidadores deixando a desejar o atendimento do aluno com surdez. Este aluno apenas recebe atendimento em sala de recurso com a professora especializada que ministra o AEE em e de LIBRAS, dando ênfase à aprendizagem desta língua. (fazer um relato, uma explicitação da sua escola)
A escola reforçou ânimos para lutar (metas) por uma política pública para a educação especial que contemple: a) Formação continuada para os professores da sala de aula regular;  b) Promoção de cursos específica na área da Deficiência Auditiva; c)Articulação intersetorial  entre  a  escola/SEMEC/SEDU e as secretarias de saúde , transporte, Ação Social visando agilizar  laudos médicos e transportes para os alunos; d) Mudanças na proposta curricular da educação básica a partir do princípio da inclusão; e) Contratação de intérpretes de LIBRAS para a escola  a partir da demanda apresentada.
                Enfim, é preciso que a escola ao trabalhar com o aluno público - alvo da educação especial planeje alternativa e intervenções; diversificando as situações de aprendizagem para adaptar às especificidades dos alunos: desafiando e motivando constantemente a capacidade dos alunos; propondo situações desafiadoras e motivadoras para estimular o pensamento e a capacidade cognitiva da criança. É preciso que a escola desenvolva uma Proposta Pedagógica inclusiva, que atenda à  toda diversidade.         
         
REFERÊNCIAS

BRASIL. Congresso Nacional. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei n. º 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da União, 23 de dezembro de 1996.


BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Sala de Recursos Multifuncionais: espaços para o Atendimento Educacional Especializado. Brasília: MEC/SEESP, 2006.


ESPÍRITO SANTO. SEDU Secretaria Estadual de Educação do Estado. Diretrizes da Educação Especial na Educação Básica e Profissional na Rede Estadual de Ensino.  2ª edição. Vitória: 2011.


ESPÍRITO SANTO. SEDU Secretaria Estadual de Educação do Estado. Resolução CEE Nº 1286, de 29/05/2006. Define normas, princípios para a educação no Estado do Espírito Santo. Vitória: 2006.

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